Enfermeiras Encalhadas - ( 2ºversão)

Enfermeiras Encalhadas – ( 2ºversão)

Olha meninas prestem atenção
Trabalham tão duro não caiam na maldição
A maldição da Florence que já me avisou
Coração solitário sem tempo pro amor

[Verse 2]
Vejam só o que a vida trouxe
Amigos e sorrisos mas falta um doce
Um doce de beijo de um amor verdadeiro
Não deixem o trabalho roubar o primeiro

[Chorus]
Enfermeiras não se esqueçam do amor
Deixem o plantão esquentar com fervor
Não caiam na maldição de ficar só
O coração merece um chamego sem dó

[Verse 3]
Troquem a seringa pelo telefone
Um pouquinho de tempo ninguém se detone
Mandem mensagens abram os corações
Desenrolem histórias encontrem paixões

[Bridge]
Fiscalizem batimentos mas também seus sonhos
Ser feliz é preciso soltar o cinto dos medos
Abra as portas do amor dê um fora na solidão
Florence entenderia a sua decisão

[Chorus]
Enfermeiras não se esqueçam do amor
Deixem o plantão esquentar com fervor
Não caiam na maldição de ficar só
O coração merece um chamego sem dó

História por trás da música: Enfermeiras Encalhadas

Essa música é um hino divertido e encorajador para as enfermeiras, trazendo uma mensagem poderosa sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Ela alerta as profissionais da enfermagem para não caírem na “Maldição de Florence” — uma metáfora que simboliza a dedicação extrema ao trabalho em detrimento da vida amorosa e pessoal. A canção promove a ideia de que o amor e o cuidado consigo mesma são tão importantes quanto cuidar dos outros.

No primeiro verso, a narradora se dirige diretamente às enfermeiras, pedindo que prestem atenção à mensagem. Ela reconhece o trabalho árduo dessas profissionais, mas reforça o aviso de não deixar o coração se tornar solitário, como se estivesse repetindo uma advertência que a própria Florence Nightingale poderia ter dado. O alerta é claro: o excesso de trabalho pode afastá-las do amor.

Segundo verso

No segundo verso, a narradora fala sobre as amizades e os momentos felizes que o trabalho pode proporcionar, mas reconhece que ainda falta “um doce” — o doce de um beijo, de um amor verdadeiro. Ela encoraja as enfermeiras a não deixarem que o trabalho as prive de vivenciar o amor em sua plenitude, lembrando que a vida não é só sobre cuidar dos outros, mas também sobre se permitir ser amada.

O refrão é um lembrete constante para que as enfermeiras não se esqueçam do amor

A vida profissional pode ser intensa, mas o coração também precisa ser aquecido por amor e carinho. A “maldição” de ficar só é algo a ser evitado, e o refrão insiste que o coração merece “um chamego sem dó” — um afeto genuíno e sem reservas.

No terceiro verso, a narradora sugere ações simples para mudar esse cenário: troquem a seringa pelo telefone, reservem um tempo para si e para o amor, sem deixar que o trabalho consuma completamente suas energias. Ela incentiva as enfermeiras a abrirem seus corações, mandarem mensagens e darem espaço para novas paixões entrarem em suas vidas, mostrando que o equilíbrio é possível.

A ponte traz uma reflexão mais profunda: assim como elas fiscalizam os batimentos dos pacientes, é importante que também vigiem seus próprios sonhos. Ser feliz exige coragem para soltar o “cinto dos medos” e se libertar da solidão. A narradora sugere que Florence Nightingale, se estivesse ali, compreenderia essa decisão de buscar felicidade e amor.

O refrão retorna com a mesma energia contagiante, reforçando a ideia de que o trabalho é importante, mas o amor e o cuidado consigo mesma são fundamentais. A mensagem é clara: as enfermeiras merecem tanto amor quanto dedicação ao seu ofício, e não devem deixar o plantão impedir que o coração seja preenchido com afeto.

Essa música se torna uma verdadeira celebração da vida, equilíbrio e felicidade para as enfermeiras, incentivando-as a buscar amor e realização pessoal, sem deixar que o trabalho roube o espaço dos sentimentos e das emoções.

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