Oh não! A maldição da Flórence!

Oh não! A maldição da Flórence!

Era uma vez, lá na Inglaterra,
Uma moça esperta que curava a galera.
Florence Nightingale, o nome dela,
Mas dizem que deixou uma história singela.

(Pré-refrão) Dizem por aí, é só fofoca ou será verdade?
Que os enfermeiros vão ficar na solidão,
Por causa de uma tal de maldição,
Que a Florence deixou sem intenção!

(Refrão) Oh não! A maldição da Flórence!
Será que vou ficar sozinho(a) pra sempre?
Enfermeiro(a) solitário(a), sem ninguém pra amar,
Tudo porque a Florence nunca quis casar!

(Verso 2) Ela cuidava de todos com dedicação,
Mas amor romântico não entrou na equação.
No hospital, ela era a rainha,
Mas dizem que no amor, não tinha sorte na linha.

(Pré-refrão) Agora no plantão, todo mundo comenta,
Será que é verdade ou só lenda que inventa?
Se você escolher a enfermagem com paixão,
Será que fica só na profissão?

(Refrão) Oh não! A maldição da Flórence!
Será que vou ficar sozinho(a) pra sempre?
Enfermeiro(a) solitário(a), sem ninguém pra amar,
Tudo porque a Florence nunca quis casar!

(Ponte) Mas será que a Florence queria isso pra gente?
Ou será que só queria cuidar da gente?
Vamos quebrar essa lenda, não tem confusão,
Amor e enfermagem podem andar de mãos dadas, então!

(Refrão) Oh não! A maldição da Flórence!
Será que vou ficar sozinho(a) pra sempre?
Enfermeiro(a) solitário(a), sem ninguém pra amar,
Mas hoje a gente vai fazer essa lenda parar!

(Final) Vamos mostrar que o amor pode florescer,
Mesmo com plantões, a gente vai viver!
Florence foi grande, mas a lenda vai cair,
Enfermeiros(as) apaixonados(as) estão aqui pra resistir!

História por trás da música: Oh não! A maldição da Flórence!

A história por trás dessa letra é uma divertida releitura da vida de Florence Nightingale, a famosa fundadora da enfermagem moderna, que, segundo a lenda, teria deixado uma “maldição” para os enfermeiros: a de que eles ficariam sozinhos, sem amor, por dedicarem suas vidas ao cuidado dos outros. A música brinca com essa ideia, trazendo o mito à tona e questionando se essa tal maldição realmente existe.

Florence é retratada como uma figura admirável, que dedicou sua vida à enfermagem, mas a letra sugere que, ao não se casar, teria deixado essa suposta “condição” para os enfermeiros(as) de hoje, gerando o rumor de que quem se dedica à enfermagem ficará sozinho(a). O pré-refrão e o refrão expressam o humor da situação, com enfermeiros(as) se perguntando se realmente estão destinados à solidão por seguir essa profissão.

No verso 2, a música destaca a dedicação de Florence, mas também menciona que o amor romântico não fazia parte de sua vida, o que alimenta a lenda. No entanto, a ponte da música traz uma reviravolta: será que Florence queria realmente que isso acontecesse? Ou será que ela só queria cuidar das pessoas?

A letra então se transforma em uma declaração de resistência, encorajando os enfermeiros a desafiar essa lenda e provar que amor e enfermagem podem andar juntos. O final celebra a superação da “maldição” e afirma que os enfermeiros e enfermeiras podem viver plenamente tanto na profissão quanto no amor.

A música, de forma leve e cômica, questiona os mitos que cercam a profissão de enfermagem, mostrando que é possível ser apaixonado pela carreira e, ao mesmo tempo, encontrar o amor e a felicidade pessoal.

Disponível no YouTube Sou Enfermagem Music

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